Trechos de histórias de Lovecraft a respeito do Necronomicon

September 1922: “Immediately upon beholding this amulet we knew that we must possess it; that this treasure alone was our logical pelf from the centuried grave. Even had its outlines been unfamiliar we would have desired it, but as we looked more closely we saw that it was not wholly unfamiliar. Alien it indeed was Leia mais… »

Paraíso: Parte VI

Uma silhueta esbelta e longilínea, etérea, élfica, cabelos negros e curtos, deixavam entrever um pescoço alvo, imaculado, salvo por um colar prateado, do qual pendia um símbolo que de tão familiar, não conseguiria jamais identificar, às suas costas. Cobertas de seda, que fluía a cada leve movimento em ondas azuis, nebulosas e imemoriais. Um tomo Leia mais… »

Paraíso: Parte V

A Sombra caía sobre Innsmouth, enquanto mirava por alguns instantes a figura sombria desbotando-se na névoa pálida e azul da capa do volumezinho gasto que descansava sossegadamente sobre suas mãos vagabundas. Folheou despreocupadamente as folhas amareladas, enquanto caminhava sem medo e sem atenção pelo labirinto. Labirinto de papel, letra morta e sonhos fragmentados. Texto e Leia mais… »

Paraíso: Parte IV

Café Jean B., centro da cidade. Pousou lentamente a xícara de café na mesa a sua frente. O entardecer se alongava no horizonte e o chão do calçadão apinhava-se de pombos, gordos e cinzentos esperando por migalhas. Sua forma supostamente aleatoria de andar o estava deixando angustiado. Desviou o olhar para a praça, diante de Leia mais… »

Paraíso: Parte III

Lá estava ele, sem saber o que fazer, com aquela imensa besta respirando em sua cabeça. Desejou que fosse mais um sonho, mas tinha uma horrível sensação de que desta vez, estava mesmo acordado. Mas estava mesmo? Tentou permanecer imóvel, mas não conseguia parar de tremer e as correntes começavam a fazer barulho, ao mesmo Leia mais… »

Paraíso: Parte II

Enquanto isso, do Outro lado. Rolava o cigarro apagado de um lado para outro da boca, assim como giravam vertiginosamente os pensamentos em sua cabeça e os transeuntes pelas calçadas cinzas, ratos gris correndo, quebrando esquinas e sumindo em um labirinto cor de chumbo, esmagados sob um céu de pedra, apedrejados pela chuva. Ácida. Folheou Leia mais… »