Trechos de cartas de Lovecraft a respeito do Necronomicon (Traduzido)

Com relação à qualquer dúvida sobre a existência ou não do Necronomicon, livro presente nos Mitos criados pelo escritor Howard Phillips Lovecraft, basta dar uma olhada em alguns trechos de suas cartas para Edwin Baird, Robert Howard, entre outros e verificar sua real origem: Para Edwin Baird (3 de fevereiro de 1924): Certa vez reuniu uma coleção juvenil de cerâmicas

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Paraíso: Parte VII

“Ele acordou!” – Uma voz estridente de criança ecoa por todo o lugar. “Meu Deus”, “Caramba”, “Puta que pariu”, “Jesus, amado, filho”. Foram algumas das palavras que ele conseguiu identificar no zumbido uníssono emitido por aquele turbilhão de fantasmas embaçados, que se aproximavam dele, assustados, como se ele fosse a manifestação de um milagre, ou algo ainda mais sinistro. Em

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Trechos de histórias de Lovecraft a respeito do Necronomicon

September 1922: “Immediately upon beholding this amulet we knew that we must possess it; that this treasure alone was our logical pelf from the centuried grave. Even had its outlines been unfamiliar we would have desired it, but as we looked more closely we saw that it was not wholly unfamiliar. Alien it indeed was to all art and literature

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Paraíso: Parte VI

Uma silhueta esbelta e longilínea, etérea, élfica, cabelos negros e curtos, deixavam entrever um pescoço alvo, imaculado, salvo por um colar prateado, do qual pendia um símbolo que de tão familiar, não conseguiria jamais identificar, às suas costas. Cobertas de seda, que fluía a cada leve movimento em ondas azuis, nebulosas e imemoriais. Um tomo negro contrastava com as mãos

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Paraíso: Parte V

A Sombra caía sobre Innsmouth, enquanto mirava por alguns instantes a figura sombria desbotando-se na névoa pálida e azul da capa do volumezinho gasto que descansava sossegadamente sobre suas mãos vagabundas. Folheou despreocupadamente as folhas amareladas, enquanto caminhava sem medo e sem atenção pelo labirinto. Labirinto de papel, letra morta e sonhos fragmentados. Texto e tecido de sonho, equações matemáticas

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Paraíso: Parte IV

Café Jean B., centro da cidade. Pousou lentamente a xícara de café na mesa a sua frente. O entardecer se alongava no horizonte e o chão do calçadão apinhava-se de pombos, gordos e cinzentos esperando por migalhas. Sua forma supostamente aleatoria de andar o estava deixando angustiado. Desviou o olhar para a praça, diante de si. Pessoas apressadas andando em

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Paraíso: Parte III

Lá estava ele, sem saber o que fazer, com aquela imensa besta respirando em sua cabeça. Desejou que fosse mais um sonho, mas tinha uma horrível sensação de que desta vez, estava mesmo acordado. Mas estava mesmo? Tentou permanecer imóvel, mas não conseguia parar de tremer e as correntes começavam a fazer barulho, ao mesmo tempo que o cheiro muito

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O Porteiro da Noite (The Night Porter, 1974)

Considerando o elevadíssimo número de reclamações recebidas (4), muito embora não solicitadas, fazem-se necessários alguns esclarecimentos. Primeiro, uma leitura mais atenta à introdução da resenha anterior poderia evitar muitas das dúvidas, angústias e dissabores supostamente experimentados por algumas(ns) leitoras(es) adictas(os) mais desavisadas(os). Especial atenção para a primeira parte mesmo: o título “Resenha Misantrópica”. Poderia perder meu tempo, desenhando e explanando,

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